Entidades da cidade reclamam que a Prefeitura não responde sobre o pagamento de recursos indicados por vereadores; o silêncio da administração preocupa quem depende do dinheiro para trabalhar.
A espera pelo recurso
Representantes de associações de Tupaciguara, incluindo a Casa Plural, estão enfrentando um problema que vai além da falta de dinheiro: a falta de respostas. Há cerca de duas semanas, dirigentes tentam descobrir por que as Emendas Impositivas, recursos que os vereadores destinam para ajudar no trabalho de instituições sociais, ainda não foram pagas.
Apesar de ser uma obrigação prevista em lei, o repasse está travado e ninguém explica o motivo. Mensagens são enviadas e conversas são iniciadas com a administração municipal, mas o resultado é sempre o mesmo: respostas vagas que não dizem quando o dinheiro cai na conta.
O silêncio que atrapalha
Para quem está na ponta, cuidando de pessoas e projetos sociais, a situação é tratada como um descaso com a parceria entre o Terceiro Setor e o Poder Público. “Entre parceiros tem que haver diálogo”, afirma um dos representantes das instituições locais, reforçando que o silêncio da prefeitura impede qualquer planejamento.
Sem o dinheiro das emendas, o impacto é direto no morador de Tupaciguara. Se o recurso não chega para a instituição, o serviço, seja ele na saúde, assistência ou educação, acaba não chegando para quem mais precisa.
O que acontece agora?
Até o momento, a causa do atraso permanece um mistério para os presidentes das entidades. Enquanto as instâncias da administração municipal não apresentam uma justificativa objetiva ou um cronograma de pagamento, as instituições seguem de mãos atadas.
O grupo de associações espera que o Executivo abra um canal de comunicação claro para resolver a pendência e evitar que os serviços sociais da cidade sejam interrompidos por falta de verba e de conversa.







